5 Dicas para definir a mesada para os seus filhos

Você tem dúvidas se deve ou não dar mesada para os filhos, qual é o valor ideal e em que circunstâncias eles devem receber o dinheiro?

Redação NBE

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11/03/2024
5 Dicas para definir a mesada para os seus filhos Adobe Stock/NBE

3 min de leitura

Após conversar com vários especialistas em educação, a redação do Nosso Bem Estar chegou à conclusão de que “sim, crianças e jovens devem receber mesada”.

Mesada é uma boa ferramenta para que crianças e jovens tomem consciência sobre a importância do dinheiro e aprendam a economizar e investir. Além disso, a mesada ensina seus filhos a valorizarem o trabalho. Mas, antes, observe estas cinco dicas de ouro.

1 - Quando se deve dar mesada?

As crianças só devem receber mesada quando já souberem realizar as operações matemáticas (divisão, multiplicação, adição e subtração). Assim, saberão fazer contas (e compras).

O valor dado à criança não deve ser exagerado, mesmo que a família tenha condições, pois isso cria um hábito negativo com relação à quantia recebida. O valor não é ilimitado e eles precisam saber disso para valorizar o dinheiro.

A mesada para os filhos pode ser dada mensalmente (daí vem seu nome), quinzenalmente ou semanalmente. O que não é recomendado é que a criança ou jovem receba quantias todos os dias, pois isso significa que o dinheiro sempre é reposto facilmente quando acaba, criando um péssimo hábito.

É importante para o desenvolvimento dos filhos saber que ao gastar todo o seu dinheiro antes do próximo recebimento, ele ficará sem novos ganhos até o período estipulado. Assim, aprenderá a gastar com consciência.

2 - O que a mesada paga?

Muitos pais têm dúvidas sobre o que o dinheiro da mesada deve pagar. Geralmente ela contempla despesas com brinquedos e passeios. No entanto, a mesada não deve pagar custos de despesa e alimentação, que são de responsabilidade dos pais até que os jovens possam trabalhar e ter dinheiro para o seu sustento.

Este dinheiro é um incentivo para que a criança aprenda a valorizar o dinheiro, investindo-o com consciência, em compras úteis. Ao receber a mesada, automaticamente, a criança ou adolescente entende a durabilidade do dinheiro e o valor dos objetos.

Criança segurando carteira

3 - O valor deve ser fixo

Note que não fizemos uma pergunta, mas colocamos uma afirmação na frase acima. Isso porque muitos pais aumentam ou diminuem o valor da mesada para os filhos de acordo com alguns requisitos, como o bom comportamento. Em muitos casos, a criança ou jovem pode perder a mesada como castigo.

O corte pode ser feito, quando acontece o caso acima, mas não se deve aumentar ou diminuir o valor de acordo com a conduta. A mesada serve justamente para que haja consciência sobre o sistema de remuneração (como um salário) e ela deve ser o mais próxima possível da realidade.

O que você pode fazer para que a criança ou jovem receba mais mesada é cobrar o cumprimento de algumas tarefas, como: secar a louça, arrumar o quarto ou recolher o lixo. Assim, ele saberá que recebeu dinheiro porque cumpriu um trabalho. Isso sim, é permitido e incentivado. Mas, lembre-se: a redução não é recomendada.

4 - Quanto devo pagar?

Não iremos sugerir quanto você deve dar, pois a decisão cabe aos pais. É preciso colocar na ponta do lápis todas as despesas, excluindo alimentação e roupas. Por exemplo: lazer (cinema, passeios, viagens escolares, jogos), lanche da escola, brinquedos, etc.

Depois de contabilizar as despesas mensais, estipule um valor que as cubra e pague a mesada ao seu filho da maneira que preferir.

O ideal é que ele tenha um cofrinho ou uma carteira para guardar as notas e moedas (se for um jovem, ele pode até ter uma conta bancária e cartão de débito). Oriente-o a poupar e investir sua mesada, fazendo com que ela dure até o próximo pagamento.

5 - O diálogo é a chave

No começo, pode ser que a mesada para os filhos não dê certo. Mas recomendamos que você não perca o controle e utilize sempre o diálogo para que ele entenda que dinheiro não nasce em árvores e que há limites de gastos. Peça para ele anotar os gastos e, com paciência, oriente-o a poupar e fazer a mesada render.

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