Geriatra orienta para o necessário cuidado especial com idosos

Dicas simples podem ajudar idosos atingidos direta ou indiretamente pelas inundações. Acompanhe

Redação NBE

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10/06/2024
Geriatra orienta para o necessário cuidado especial com idosos Freepik/NBE

2 min de leitura

Segundo dados do IBGE, o Rio Grande do Sul é o estado com maior percentual de idosos no País. São mais de dois milhões de pessoas com 60 anos ou mais, o equivalente a 20,15% da população. Boa parte deles foi impactada direta ou indiretamente com a recente catástrofe climática que se abateu no estado e que atingiu 95% dos municípios gaúchos.

Neste momento de retomada gradual da vida “normal”, o acolhimento afetivo e anímico à população mais idosa é vital para a manutenção da saúde e do bem-estar das pessoas mais velhas.

Consequências da catástrofe

A geriatra Estefânia Mocelin, do Magno Três Figueiras São Pietro, alerta sobre as consequências do cenário extraordinário vivido no RS, especialmente para os idosos atingidos pelas inundações.

Segundo ela, as incertezas favorecem, por exemplo, episódios de ansiedade, solidão e desamparo que precisam ser observadas e prevenidas.

“Dedicar tempo e atenção é a principal forma de acolhimento. O tempo que se dedica a alguém é de um valor essencial. É uma atitude simples, mas bastante eficaz, que está ao alcance de todos”, orienta a geriatra.

A especialista destaca três ações simples que podem fazer a diferença no acolhimento de idosos nos tempos atuais. As instruções são diretamente ligadas à recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o envelhecimento ativo da população, que toma por base quatro pilares**: saúde (bem-estar biopsicossocial), participação (social – cidadania – cultural, espiritual), segurança/proteção e aprendizagem ao longo da vida (aprendizado formal ou informal).**

Acompanhe as dicas:

  1. Escuta ativa: “Ouvir, mesmo que as histórias se repitam ou não tenham nexo, é uma forma efetiva de conceder amparo fazendo com que o idoso perceba que se importam com ele, tanto na esfera física quanto mental”.
  2. Senso cognitivo: “O engajamento em jogos, leitura de jornais, revistas ou meios digitais até atividades de canto ou dança são exemplos de ações que estimulam a memória e o raciocínio”.
  3. Socialização: “O idoso, como qualquer outro indivíduo, necessita de validação e sentimento de pertencimento social. Assim, interagir com as demais pessoas de seus círculos - seja ele familiar, em um abrigo ou similar - fortalece o seu vínculo com a realidade que, neste momento, impacta a todos de uma forma ou de outra”.

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