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Planeta

10/10/2018 09h30

A Magia das Viagens a Lugares Sagrados

Você já se perguntou por que tantas pessoas estão mais e mais viajando à terras misteriosas e lugares sagrados?

Por Rovani Ferreira

Pxhere
Ali hegazy 682248 unsplash

Por que tanta gente procura se inserir em viagens guiadas, se lançando em grupos de espiritualistas e de meditação, e, movimentos diferentes do turismo tradicional?

Você já se perguntou por que tantas pessoas estão cada vez mais viajando a terras misteriosas e lugares sagrados? 

Por que tanta gente procura se inserir em viagens guiadas, se lançando em grupos de espiritualistas e de meditação, e, movimentos diferentes do turismo tradicional? 

O que as pessoas estão buscando? E o mais importante: o que será que elas estão encontrando em terras distantes?

 

 

 

Alguns estão percebendo que na época atual a maioria das pessoas fica misturada as experiências virtuais, junto à internet, onde se pode digitar duas palavras e, com isso, o computador mostra “tudo” sobre um lugar, uma tradição, ou uma civilização. Isso nos traz uma falsa sensação de que temos acesso a todas as informações. Assim, nos julgamos, no minuto seguinte, “profundos conhecedores” do assunto.

Pare e pense: Tudo aquilo que está aparecendo na tela é a perspectiva de outro ser, ou seja, aquilo foi escrito por alguém e não por você. Assim, como nos livros de história, o que “aprendemos” na escola, também não são experiências vividas por nós. E aí, sonhamos... “e se eu estivesse mesmo lá”? E se eu pudesse ver e sentir? E se eu pudesse tocar estes monumentos? Pisar naqueles solos? Como seria esta experiência? 

Viajando num grupo especial onde se aprende a abrir a mente e meditar, por exemplo:

Ao caminhar no deserto em frente ao mar vermelho, não se surpreenda se, de repente, passar na sua tela mental uma cena na qual você é um dos personagens atravessando o deserto, o espaço e o tempo. Está ali, diante de si, em outra época, com outras roupas e outras pessoas fazendo esta extensa travessia. Você sente uma emoção incrível, se arrepia, vive uma nostalgia, reconhece aqueles rostos e a comunidade, pensa que, realmente, voltou no tempo.  Às vezes, você ouve uma mensagem que lhe traz a resposta para uma questão atual. É incrível você chora de alegria!

Ao pisar dentro da misteriosa Grande Pirâmide de Quéops, por exemplo, seu corpo pode tremer de emoção. Se você se permitir participar de alguns exercícios, conduzidos com o grupo, o seu corpo irá, provavelmente, vibrar de um jeito que você nunca sentiu antes em toda sua vida. Você pode ver coisas e, até, achar a princípio que foi sua imaginação, mas não! Então, acontece uma partilha e seu colega expressa o que viu. Acredite: aquilo é impressionante! Transformador! As experiências se completam. Ambos crescem em conjunto. Sim, porque a evolução é coletiva.

Sabe aquela história que leu antes no livro? Talvez mude completamente o seu significado a partir de agora. Você passa a entender e vivenciar a própria história pelo seu prisma. Então, você está no interior da Grande Pirâmide fazendo os exercícios e, de repente, tem acesso a dimensões antes desconhecidas. Você passa a ver o que era invisível, mecanismos sutis em pleno funcionamento, pode sentir-se no interior da rocha e perceber como ela foi feita e, assim, entender de que forma aquela magnífica obra foi construída (apenas abrindo seus ultras sentidos)! Então você abre os olhos e volta-os para cima.  Vê que o cosmos estão bem aí, acessíveis. Por algum motivo estranho, sente que os corpos celestes se comunicam e recebe outra mensagem pessoal ou coletiva, tendo humanidade o suficiente para compartilhar com os seus colegas, que novamente aprendem e enriquecem com isto.

Você percebe que tudo lhe é familiar e tem uma sensação maravilhosa de pertencimento. Ela toma conta do seu ser! Você vê que tudo está interligado. Tudo é feito da mesma substância e que o que muda é apenas o estado das coisas e das vibrações, nos trazendo a sensação de separatividade e ilusão.

Mas por que estas experiências, sensações, cheiros e emoções são tão reais? Como isso é possível?

Trazer seu corpo físico a estes lugares, faz com que suas células (que têm memória e consciência) sejam acordadas ao serem expostas. As memórias são acionadas por que reconhecem a vibração e, imediatamente, a história correspondente vem à tona. Você está acessando a pasta de seus arquivos atemporais (registros akáshicos) e tem, neste momento, a chance ímpar de “pegar a sua caixa de ferramentas”, a sabedoria que lhe pertence e voltar para o agora mais preparado para vida.

Esta mesma vida que, muitas vezes, percebíamos que nos faltava algo, que nem sabíamos o que era, sentíamos uma dor, um vazio, uma saudade, sem ter ideia de que ou de quem.

Em uma jornada assim, você, geralmente, está protegido pela egrégora do grupo, que é preparado por afinidade energética, ou seja, as pessoas certas, lições certas, os mestres e os espelhos. Tudo estará disponível para você se ver, se reconhecer, se perdoar, curar, e, se for preciso, morrer e renascer. Isso é uma jornada inicial.

Nas jornadas destas viagens, naqueles momentos de conexão, temos a oportunidade de resgatar o que precisa ser transmutado, perdoado, purificado ou modificado. As visualizações surgem para que nos lembremos ou descubramos quem somos e o que viemos fazer nesta existência. Em uma viagem “multidimensional” recebemos junto a visão um pacote de informações: um “manual de instruções”, que nos revela não só o que fazer de nossa vida, mas também COMO fazer. Nos lembrando que somos capazes de nos curar daquelas feridas que ainda trazíamos abertas e, agora, não nos pertencem mais.

Vemos inúmeras pessoas que mudaram suas vidas drasticamente para melhor, depois de mergulhar em uma viagem destas. Elas acabaram descobrindo qual é o seu propósito de vida. E começaram a trabalhar nele.

 

Rovani Ferreira é Life Coach e Terapeuta

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