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Planeta

01/03/2018 09h30

Um Universo cheio de Vida!

O Jornal Nosso Bem Estar conversou com Ademar Gevaerd, ufólogo brasileiro, editor da Revista UFO.

Por Nosso Bem Estar

Gavaerd
M31

Gevaerd é conhecido por seu empenho em tentar amparar todo fenômeno ufológico com o maior número possível de provas e testes. Acompanhe nosso bate-papo com ele.

Considerado um dos maiores ufólogos do mundo, uma das personalidades máximas do Brasil nesse assunto, membro de várias associações internacionais de ufologia, Gevaerd é conhecido por seu empenho em tentar amparar todo fenômeno ufológico com o maior número possível de provas e testes. Acompanhe nosso bate-papo com ele.

NBE - O que despertou em ti o interesse pela investigação em OVNIS?

AG - Isso nasceu comigo! Me interesso por ufologia desde que eu era criança. Desde minha alfabetização, já comecei a ler sobre o assunto. Lá pelos meus 7 ou 8 anos, quando eu saía de férias, meus colegas liam Monteiro Lobato. Eu lia Erich von Däniken; eu lia 'Eram os Deuses Astronautas?'!

A minha primeira pesquisa de campo foi aos 12 anos. A primeira palestra aos 14; com 16 palestrei na Biblioteca Pública de Maringá; aos 18, foi a primeira fora da minha cidade. Com vinte e poucos no exterior. De lá para cá nunca parei! Tudo isso me deu oportunidade de falar para plateias em mais de 50 países, e incontáveis no Brasil.

NBE - O que é ser ufólogo?

AG - 'É uma delícia!'. Estamos lidando com algo em acontecimento! Estamos atravessando um túnel, e a cada metro a gente descobre coisas novas. Nós estamos sendo visitados por seres com outras formas de vida mais inteligente que provém de muitos outros planetas, mais avançados que nós em vários graus. Nós ufólogos estamos pesquisando isso, e dando a oportunidade para a população conhecer sobre isso.

NBE - Qual o interesse que os Extra Terrestres têm em nos observar?

AG - Nós estamos sendo visitados por um grande número de civilizações, aí eu ressalvo que, há as que vêm com maior frequência outras com menos, outras que vieram no passado e foram embora, há algumas que nunca nos abandonaram. Mas por quê? As espécies estão procurando outra forma de vida... nós mesmos fazemos! Seres muito mais adiantados do que nós, já estão fazendo isso há muito tempo. E pressupostamente, já que eles vêm de tantos lugares diferentes quer dizer que eles têm objetivos diferentes. Há grupos fazendo abduções, agroglifos ou outras atividades; no passado grupos fizeram acompanhamento das grandes construções. Em algum momentos eles nos ensinaram a plantar milho, batata, mandioca; nos compartilharam procedimentos médicos, a matemática; astronomia. Estes todos são 'os bonzinhos'. Os outros estão aqui apenas para se aproveitar da raça humana.

NBE - És um pesquisador, muitos casos chegam a ti. O que te faz 'levantar da cadeira' e sair a pesquisa de campo?

AG - Hoje eu filtro bastante porque tenho muitas atividades simultâneas (eventos, publico livros, edito vídeos, viajo para palestras ou pesquisas, etc). Não é 'uma luzinha no céu' que me faz levantar! Mas quando recebo informação de um fenômeno com fortes indícios, eu vou sim! Ou envio alguém da minha equipe que está espalhada por todo o Brasil. Também há casos em que a equipe me pede ajuda.

NBE - Quais indícios atestam que um caso ou um fenômeno é verdadeiro? O que te faz qualificar o fenômeno como verdadeiro? Há métodos científicos usados? Podes citar?

AG - Todos os profissionais têm Feeling, o Ufólogo também tem e o usa preliminarmente. A experiência nos coloca a prova sempre e ensina a decifrar enganos. Dificilmente as pessoas tentam mentir para mim, mas as vezes as pessoas se enganam. O nosso trabalho é esse: desvendar enganos. Para nos ajudar há um arsenal de ferramentas científicas que podem ser usadas para atestar a legitimidade de um fenômeno. Por exemplo: se um objeto é visto na atmosfera voando, precisamos de conceitos da física atmosférica, da meteorologia, da ótica, etc. Se ele pousa e marca o chão precisaremos de recursos da geologia, química, da biologia, entre outros, para verificar o dano; se um tripulante sai da nave ou faz contato, nós vamos precisar de alguém da área de psicologia, antropologia, sociologia, psiquiatria, enfim. Se ele é fotografado vamos precisar de softwares. Há um leque de ferramentas de que nós precisamos nos utilizar para poder determinar com exatidão a pesquisa.

NBE - Sabemos que o tema 'Agroglifos' é importante para ti e talvez seja um dos principais da Ufologia Científica. Quando tivemos o primeiro fenômeno no Brasil? O que diferencia o real de uma fraude? Já se descobriu algum significado das mensagens deixadas no Brasil?

AG - O primeiro caso no Brasil aconteceu em 2008, no mês de novembro, na cidade de Ipuaçu/SC (que significa 'Berro Grande' - em Tupiguarani). No ano seguinte voltou a acontecer, até o ano passado (2017). Em 2015 eles começaram a surgir em Prudentópolis, no Paraná. Pra mim esse é o tema mais importante da Ufologia, seja científica ou mística. Para a Ufologia, de maneira geral, os Agroglifos são excepcionais porque eles são uma forma de comunicação de uma inteligência superior. Eu já os pesquisei na Europa e aqui desde o primeiro... todo ano em que eles aparecem, eu pesquiso e não há vestígio da ação humana.

Os agroglifos são figuras geométricas e geometria é matemática, e esta, segundo os cientistas, é o 'idioma' no qual vamos conversar com inteligências superiores.

As diferenças entre os verdadeiros e as fraudes são gritantes; os primeiros têm uma perfeição no trabalho, enquanto que as fraudes são 'toscos'. Saliento que no Brasil nunca houve fraude. Os verdadeiros possuem alterações magnéticas em seu interior, também flashes de luz, odores... telefone celular funciona dentro do agroglifo e fora não.

NBE - Temos a impressão, que a cada dia mais, as pessoas têm recebido 'tatuagens'/símbolos/marcas no corpo. Tens alguma explicação, ou suposição, sobre o assunto?

AG - De uma hora para outra as pessoas começaram a me enviar imagens sobre isso. Da noite para o dia as pessoas começaram a aparecer com marcas, sem explicação, e desaparecem depois. Talvez sejam marcas deixadas pelo manuseio de equipamentos por extraterrestres no momento da abdução. Isso já se chama de Dermoglifo.

NBE - Pode-se explicar em palavras, como diferenciar um sonho de um contato?

AG - Eles são muito semelhantes. A diferença marcante é que no sonho tudo é irreal; já nas abduções ou contatos as impressões são muito vívidas, concretas e até mesmo chocantes. Com a técnica da hipnose regressiva (séria e profunda) a pessoa não relembra dos fatos, ela revive! Ela é uma ferramenta importante no estudo dos fenômenos oníricos.

NBE - Diante da questão 'Guerra Nuclear' no Planeta Terra, existe alguma preocupação por parte dos ETs? Em eventos bélicos eles poderão intervir? Como?

AG - Eles já intervieram. E eles vêm intervindo constantemente e há muito tempo. Eu trouxe o capitão Robert Sallas ao Brasil em duas oportunidades. Ele foi o comandante de um campo de mísseis nucleares no norte dos Estados Unidos durante a Guerra Fria; estes mísseis estavam apontados para a União Soviética. (Hoje vários países têm mísseis nucleares). Sallas nos conta que os radares detectavam algo não convencional sobre os mísseis, e quando ele percebia as cabeças dos mísseis onde estavam guardadas as ogivas sofriam algum tipo de pane... interrompia-se a comunicação do sistema de lançamento e seus códigos eram alterados, causando um enorme prejuízo. Isso quando o sistema de propulsão das ogivas não eram danificadas, numa clara demonstração de superioridade e há inúmeros casos em que testes de mísseis nucleares foram acompanhados por Ufos, que inclusive derrubaram esses mísseis. Pra mim não há dúvida de que essas civilizações, pelo menos algumas que nos visitam, tem enorme preocupação com o uso que fazemos com a energia nuclear, talvez para resguardo deles próprios e não por preocupação com a gente. Mas o fato é que eles têm preocupação!

NBE - Arriscas dizer se haverá uma 'apresentação em massa' para a humanidade? Para que a humanidade aceite/se convença que há existe vida ET...

AG - Arrisco! Eu acho que isso vai acontecer sim! Mas não vai acontecer agora, porque a humanidade tomaria um choque tremendo. Um choque irreversível. Nós precisamos melhorar imensamente enquanto espécie, para poder receber essa visita formal e definitiva. Hoje nós somos uma espécie que é uma calamidade... 60 a 70% da população está abaixo da linha da pobreza; 40 a 50% da população não tem alimento; 30 a 40% está em guerra. Nós somos hoje um planeta totalmente convulsionado. Hoje não seria possível um encontro com eles. Essa apresentação em massa pode não vir sozinha; nós esperamos sempre que o contato aconteça de fora pra dentro, mas ele poderá acontecer de dentro pra fora, pois entre algumas atividades de espécies que nos visitam estão as abduções, que nós já sabemos que tem o propósito de gerar seres híbridos que são introduzidos na Terra, programados para alguma coisa. Quando a gente leva em consideração as abduções que estão acontecendo há milênios, então nós podemos dizer que uma boa parcela da sociedade do Planeta Terra é de seres híbridos, talvez eles tenham sido programados para num determinado tempo agir de certa forma ou talvez estejam introduzidos no Planeta para melhorarem de dentro para fora as condições da nossa sociedade. Haja visto estas crianças que estão nascendo que tem mais respeito pela Natureza e os animais, evitam comer coisas que não são saudáveis, são extremamente inteligentes, dão lições nos pais... então imagina!, talvez essas crianças unidas àqueles seres superiores que 'as produziram' que venha a acontecer uma revolução de dentro para fora, e isso talvez culmine em uma apresentação em massa.

NBE - Que temas tem abordado em suas palestras?

AG - Falo um pouco de tudo! O Brasil é um dos países com a mais rica e diversificada casuística ufológica. Nós temos muitos casos aqui e o Brasil contribuiu imensamente na questão ufológica mundial desde os primórdios das pesquisas. Nossos militares por exemplo, se dedicam a estudar o assunto desde 1954, 22 anos antes da França que começou em 1976, cujo país diz-se que é o primeiro do mundo a afirmar que discos voadores existem. Nós fizemos isso 22 anos antes!

Falo de muitas coisas nas palestras: abertura de documentos da Força Aérea Brasileira, Operação Prato, Caso Varginha (que estamos relevantando), Ufos na Amazônia (que é uma das minhas especialidades) e Agroglifos (que é outra). E se sobrar tempo eu falo sobre abduções de uma forma geral.

 
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